A Casa Vândala convida para a abertura da exposição MAGICIAN, de Maurício Coutinho, na rua Instituto do Ceará, 164, bairro Benfica, a partir das 17h do dia 20/07 (sexta-feira).
Serviço:
Abertura da exposição Magician, de Maurício Coutinho.
Show com projeto audiovisual Preto Neon, de Lucas Santos e João Emannuel.
Lançamento da Cerveja Artesanal Molotov, com arte do M.C. e design por Lucas Santos.
Data: 20/07, a partir das 17h.
Endereço: Rua Instituto do Ceará, 164 ; Benfica, Fortaleza.
Valor: Gratuito.
O ARTISTA
Maurício Coutinho nasceu em Fortaleza – CE. Estudou música, letras e comunicação e atuou em diversas áreas com cenografia, cinema e música. Seu interesse pelo desenho surgiu muito cedo e se mantém vivo até a atualidade. Em 1976 participou de sua primeira exposição coletiva, e a partir dos anos 80 começou a ampliar o seu vasto e premiado currículo com exposições individuais e coletivas, em salões e bienais internacionais em várias cidades, Panorama da Arte Atual Brasileira no MAM – SP – Pinacoteca – MASP – MAC – Representação brasileira na Bienal do México ao lado de Beatriz Milhazes, são algumas mostras relevantes.
NOITE DE ABERTURA
O artista Maurício Coutinho criará as obras no ambiente da casa durante 24h, inclusive no momento da abertura, e parte da sua produção será exposta no local até o dia 25 de agosto.
Na ocasião haverá apresentação do grupo audiovisual “Preto Neon”, com Lucas Santos e João Emannuel, e o lançamento da Cerveja Artesanal Molotov em homenagem à magia alquímica.
APRESENTAÇÃO DA EXPOSIÇÃO
O que é visto quando se entra em contato com uma obra de arte pode não ser o desejo do artista, ou o desejo do espectador como sugerem alguns testes de personalidade. A riqueza de interpretações de uma obra convida um indivíduo específico, ou a todos, para uma reflexão que pode dar um salto sobre o próprio objeto e suas possibilidades interpretativas. É quase como um jogo de tarô que se abre diante do insuspeito gerando emoções que ultrapassam o ilusionismo, e beiram o indescritível.
O papel sempre foi um chamado para os desenhos que poderiam ser esquecidos nas gavetas das casas demolidas, nos cadernos escolares que não sobreviveram às mudanças da vida, nos papiros e livros seculares que ainda não encontrados, que correm o risco de perderem-se na ação diluidora do tempo.
A efemeridade desta plataforma, o papel que antes pode ter sido vida na forma de árvore, e que agora se abre em liberdade para a arte, tão pouco limita a criatividade ao seu espaço ou a suas características de absorção.
Longe de afirmar a efemeridade como liquidez contemporânea, a realização e a vivência de um momento singular, ou da criação de um desenho, nos marca profundamente com uma memória não estática que fica sensível às mudanças dos desejos e do tempo, já que estes também absorvem e desenham novas imagens como uma aquarela difusa e sem exatidão.




















