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Pesquisa realizada pela ACM mostra distorção entre perspectiva da imprensa e realidade apontada por juízes

by Oswaldo Scaliotti
31 de agosto de 2018
in Eventos
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Esta foi a segunda edição do levantamento, que agora contou com a participação de 137 magistrados e de 65 jornalistas

 

Em junho deste ano, foi aplicada uma pesquisa com magistrados e jornalistas, para responder à seguinte pergunta principal: “o que pensam os magistrados e os jornalistas a respeito da magistratura?”. Realizada pela VSM Comunicação – agência responsável pela Comunicação da Associação Cearense de Magistrados (ACM) – em parceria com a jornalista e bacharel em Direito, Andrea Melo, a pesquisa aponta dois pontos principais: 1) uma mudança (para melhor) na forma como estes dois públicos enxergam a magistratura; e 2) uma distorção entre a perspectiva que os jornalistas têm acerca da atuação dos juízes em relação àquilo que os próprios magistrados apontam sobre seu trabalho.

Segundo Andrea Melo, a pesquisa nasceu de uma inquietação que surgiu ao perceber uma imensa quantidade de matérias negativas na imprensa, culpando o Judiciário por toda a morosidade da Justiça e criando um estereótipo de que juiz não trabalha. No entanto, a realidade é completamente diferente: a grande maioria dos juízes trabalha muito, mais de 8 horas por dia. A partir dessa premissa, a autora resolveu pesquisar as razões para a crescente taxa de congestionamento do Poder Judiciário e investigar o que pensam os jornalistas a respeito do tema.

“Não devemos esquecer que a Justiça é um sistema que envolve vários atores. Além de possuirmos uma imensa quantidade de litigantes repetitivos, como o Estado e as grandes empresas, somos o país com a maior quantidade de faculdade de Direito no mundo: 1.240, segundo consta na publicação Guia do Estudante, da  editora Abril. Para se ter uma ideia, o restante do mundo junto possui 1.100 cursos de Direito. Se comparar a quantidade de juízes x advogados, temos uma relação de 18 mil  juízes para mais de um milhão de advogados (1.144.196 )”, ressalta.

Esta foi a segunda edição do levantamento, que agora contou com a participação de 137 magistrados e de 65 jornalistas. No primeiro, em 2014, foram 72 e 57, respectivamente.

Um dos dados levantados nesta pesquisa, que mostra uma grande diferença na forma como os jornalistas avaliam a categoria, no tocante ao que os juízes dizem sobre sua rotina, foi em relação ao estresse na profissão: 60% dos magistrados consideraram alto o seu nível de estresse com relação à sobrecarga de trabalho; 29% consideram esse nível médio; e 4% consideram baixo. Já os jornalistas imaginam o nível de estresse dos magistrados da seguinte forma: 39% alto, 48% médio e 12% baixo.

Outro ponto: a pesquisa perguntou se os magistrados costumam trabalhar aos finais de semana. Um total de 59,85% respondeu que “sim” e 40,15% que “não”. Na contramão destes números, 75% dos jornalistas dizem que eles não trabalham aos sábados e domingos, e apenas 25% dizem que sim.

Aos magistrados, foi questionado: “quantas horas por dia você trabalha?” e 69% disseram que trabalham mais de oito horas; 30% de 6 a 8 horas; 1% de 4 a 6 horas. Ninguém respondeu menos de 4 horas. Já os jornalistas acham que apenas 6,15% dos juízes trabalham mais de 8 horas; 24,62% de 6 a 8 horas, 47,69% de 4 a 6 horas; e 21,54% menos de 4 horas.

“Este levantamento é de extrema importância para, em primeiro lugar, buscarmos entender o porquê de tão grande distorção entre o que os juízes fazem e como os jornalistas, que trabalham com fatos, enxergam a nossa atuação. Este é o primeiro passo para mudarmos esta visão e melhorarmos, inclusive, a maneira de nos comunicarmos com a sociedade, por meio da imprensa”, aponta o juiz Ricardo Alexandre Costa, presidente da ACM.

Mudança no cenário apontado pelos magistrados entre 2014 e 2018

A pesquisa realizada em junho deste ano trouxe novidades em relação à que foi aplicada em janeiro de 2014. Naquele ano, para os juízes, os principais motivos de estresse com a carreira eram, na seguinte ordem: sobrecarga de trabalho, pouca quantidade de servidores, imagem desgastada, remuneração injusta, ausência de segurança, demora nas promoções e remoções.

Em 2018, sobrecarga de trabalho e pouca quantidade de servidores continua no topo das preocupações, seguidos por remuneração injusta, ausência de segurança, imagem desgastada, demora nas promoções e remoções. “Os resultados mostram que os profissionais se preocupam com o excesso de trabalho, e avalio que isso se dá em grande parte por conta de outra causa de estresse: a imagem desgastada, que vai levar mais tempo para mudar, uma vez que a maior produtividade dos juízes nos últimos anos não está sendo suficiente para reduzir as taxas de congestionamento”, afirma Ricardo Alexandre Costa.

 

De acordo com os resultados da primeira pesquisa, 98,44% dos juízes acreditam que a imagem da sua profissão era ruim, sendo “muito negativa” (54,69%) ou “negativa” (43,75%). Apenas 3,13% acreditavam que a imagem do juiz era positiva. Nesta última pesquisa, 92% continuam considerando a imagem da profissão ruim, sendo “muito negativa” (32%) ou “negativa” (60%). Para 7% a imagem é positiva e para 1% é indiferente.

Mudança no cenário apontado pelos jornalistas entre 2014 e 2018

Para os profissionais da imprensa, nas duas edições da pesquisa foi questionado: “De quem é a culpa pela morosidade na Justiça?” Em 2014, 68,5% achavam que era do Poder Judiciário e 11,11% do Sistema. Em 2018, 65% do Poder Judiciário e os demais, de forma pulverizada, atribuíram a diversas causas: sistema, conjunto de fatores, judicialização de tudo, etc.

Outro questionamento: “O que vem à mente quando pensa no Poder Judiciário?”. Em 2014, 84% das respostas tinham conotação negativa, como máfia, luxo, regalias, privilégios, desonestidade; 3,5% usaram palavras positivas como “comprometido” e “direitos humanos”; e 12,5% usaram palavras neutras como juiz, lei, autoridade e justiça. Em 2018, 77,77% utilizaram palavras negativas, como lento, moroso, corrupto, obscuro, elitista, injusto, burocrático, falho; 12,7% usaram palavras positivas (competente, fundamental, avançando, importante, confiável e responsabilidade); e 9,6% usaram palavras neutras (direito, poder, juízes e justiça).

“Percebemos uma pequena, mas significativa mudança na forma de ver a magistratura, e sabemos que esta visão menos negativa se dá pela divulgação de iniciativas exitosas, de projetos e boas práticas que passaram a ser mais conhecidos pela sociedade em geral. Sabemos que esta parceria entre magistratura e imprensa é essencial para que o principal interessado – a população – tenha conhecimento acertado do nosso papel e possa desfrutar dos seus direitos”, finaliza o presidente da ACM.

Tags: Associação Cearense de Magistrados (ACM)Pesquisa realizada pela ACM
Oswaldo Scaliotti

Oswaldo Scaliotti

Oswaldo Scaliotti é jornalista formado pela UFC, MBA em Informações Econômicas e Financeiras pela FIA/BM&FBovespa e especialista em Assessoria em Comunicação pela Unifor. Foi eleito por duas vezes Melhor Profissional de Imprensa pela Apimec do Nordeste, tendo ainda conquistado vários prêmios jornalísticos nacionais, como Imprensa de Educação ao Investidor da BM&FBovespa, Prêmio BNB de Jornalismo e CDL de Jornalismo. Desde 2002, atua nos maiores jornais impressos e portais de notícias do Ceará. Contato: osnjornalista@gmail.com

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