Durante o encontro, por sugestão do Sindfrio, o Governo do Estado comprometeu-se a abrir um programa de amostragem para monitoramento de uma eventual contaminação dos pescados. “Estamos extremamente tranquilos com relação aos nossos produtos, mas uma análise séria feita pelo Governo do Estado servirá para tranquilizar a população sobre este assunto”, explica Cadu Villaça, representante do Sindifrio no Coletivo Nacional da Pesca e Aquicultura (Conepe). Vale lembrar que as indústrias já realizam esse monitoramento, seja de produtos para consumo local ou internacional, uma vez que esta análise faz parte dos protocolos aos quais o setor está submetido.
Na última sexta-feira (25/10), o Sindicato divulgou um manifesto sobre o assunto, pontuando as razões pelas quais os pescados beneficiados nas indústrias cearenses permanecem adequados para consumo. Confira na íntegra AQUI: https://bit.ly/36kXewP
Ainda sobre a Instrução Normativa, o Sindfrio alerta também para a imprudência de antecipar o período de defeso das lagostas e camarões. “Há um motivo para o defeso acontecer no período em que ele acontece, que é a fase em que essas espécies estão em reprodução. A natureza permanece a mesma e precisa ser protegida. Se necessário, o Governo deverá criar alguma medida extraordinária que atenda a essa triste situação”, afirma Oziná Lima Costa, diretor do Sindfrio. Em tratativas mantidas com representantes do setor pesqueiro, o Governo Federal se comprometeu em rever a Normativa e desenvolver um instrumento legal alternativo ao Seguro Defeso como forma de assistência social e ajuda aos afetados pelo evento.



















