Além disso, a fintech resolve as dores da criptoeconomia permitindo que seus clientes comprem com bitcoin em mais de 190 países
Pode-se pensar que, em pleno 2019, é impossível para alguém ficar de fora do mercado de crédito, nisso inclui-se não ter cartões de crédito, contas correntes, contas digitais entre outros. Mas, por incrível que pareça, não é o que acontece na prática e é a realidade dos cidadãos desbancarizados no país.
Hoje, existem cerca de 43 milhões de brasileiros desbancarizados, de acordo com dados da proScore, bureau digital de crédito e authority de score. Esse número representa boa parte da população do país, que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 202.7 milhões de habitantes.
Esse público movimenta mais de R$ 660 bilhões ao ano, ou seja, têm dinheiro mas não estão inseridos no sistema bancário. E a UZZO, fintech que oferece soluções de pagamentos com a utilização de criptomoedas, e que lançou no início do mês o seu cartão virtual em parceria com a ELO, quer mudar essa realidade.
Dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) mostram que nos primeiros seis primeiros meses de 2019, os brasileiros já realizaram 142,5 milhões de transações com cartões pré-pagos, um aumento de 70,4% em relação ao mesmo período do ano passado, movimentando R$ 7,4 bilhões.
Para a UZZO é importante promover a inclusão financeira e bancária da população que ainda está longe dos bancos. “Nós queremos incluir pessoas desbancarizadas no mercado financeiro. A proposta da UZZO é descomplicar o dia-a-dia de seus clientes e encantá-los com liberdade de escolha e uma melhor experiência”, comenta Thiago Lucena, CEO da UZZO.
O Banco Central também divulgou dados sobre o uso do Cartão Pré-Pago no Brasil que, mais que triplicou, e chegou a 81 milhões em 2018, e a expectativa é que até o final de 2019 o ritmo de expansão seja o mesmo. Para Roberto Campos Neto, Presidente do BC, o custo menor desses cartões atende a pessoas que não tinham conta em banco.
Para atrair a atenção dessa população, a UZZO oferece uma conta digital sem a cobrança de qualquer taxa, mensalidade, anuidade e o cliente também recebe cashback de até 1% no valor de cada compra. O usuário também pode aproveitar de um cartão virtual em que é possível realizar compras na internet, em aplicativos, por telefone ou até mesmo fazer pagamentos recorrentes de assinaturas sem que seja necessário informar os dados do cartão principal. Além disso, pode ser usado para a realização de compras via QR Code™ Pay disponível nas maquininhas (POS) da Cielo, sem que seja necessário o uso do cartão principal.
Revolução também na criptoeconomia
Além de todos os benefícios para cidadãos desbancarizados, a UZZO também comprova que é possível utilizar bitcoins para pagamentos comuns no dia a dia, como recarregar o celular e até mesmo o seu serviço de streaming favorito.
A fintech permite o pagamento com criptomoedas em estabelecimentos espalhados por mais de 190 países. Ou seja, o usuário converte o valor de cripto para Real ou a moeda que desejar, em tempo real, e o valor é debitado nas maquininhas dos comerciantes na hora da compra.
“Até hoje encontrávamos dificuldade em encontrar lugares que aceitam bitcoin ou outras criptos para pagamento. Agora, já não é mais preciso ficar em busca de uma loja ou restaurante que aceite o bitcoin. Isso dá mais poder de escolha e liberdade para nossos clientes e para os donos de estabelecimentos”, ressalta Thiago.
A fintech transacionou até agora R$ 2,5 milhões, sendo 66% deste total em criptomoedas na economia brasileira. Atualmente são 25 mil clientes cadastrados na base e espera-se chegar a 40 mil até a virada do ano. “Nosso objetivo é revolucionar o mercado financeiro tradicional e a criptoeconomia, provando que é possível inserir a população desassistida na economia e também movimentar as criptomoedas para comprar o que se quiser e onde quiser”, finaliza.




















